sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Boletim Informativo





INFORMATIVO DO DIA 30/11/2008 Edição Nº. 1/2008


Texto elaborado por Gleide Glória


A falta de segurança em dias de jogos

No domingo dia 23 novembro, torcedores do Cruzeiro e do Flamengo brigaram próximo ao Mineirão antes de começar o clássico entre as duas equipes. A confusão foi tão grande que a polícia militar teve de controlar usando bombas para conter o tumulto. Mas esta rixa vem desde o primeiro turno do Campeonato Brasileiro, a briga aconteceu no bairro de Copacabana no Rio de Janeiro, marcada através do Orkut site de relacionamentos, a torcida organizada do Flamengo Raça Rubro Negra (RRN) e Torcida Jovem Fla (TJF) brigaram com a torcida da Máfia Azul do Cruzeiro. O motivo da primeira briga influenciou no clássico de domingo, seria então a revanche dos torcedores de ambos os times.
Nos dias de jogos no Mineirão, roubos e furtos a torcedores, além de agressões físicas e morais por parte dos vândalos, tem sido constante. Devido a estes atos, os torcedores reclamam da falta de segurança dentro e fora do estádio. O policiamento segundo a PM tem sido reforçado nos dias de jogos.
Cecílio Gonçalves, chefe do policiamento externo do Mineirão, disse que há diferença na estratégia de policiamento em dias de jogos do Atlético e do Cruzeiro, alguns fatores definidos são importante serem analisados, previsão de público, dia do jogo, se será transmitido, se o tempo está chuvoso ou não, qual será o time adversário, tudo isso definirá a estratégia de segurança. Para cada classe de público são disponibilizados os números de homens em trabalho: Classe A 60 mil torcedores, classe B 45 mil, classe C 35 mil, classe D 10 a 20 mil, classe E cinco a 10 mil. É feita uma previsão de publico em cada jogo, depende da posição do time, se o time estiver bem na série que disputa o número de torcedores é maior e antes de cada jogo os organizadores se reúnem para estipularem e definirem uma previsão do público e quantos homens vão trabalhar.
A estratégia utilizada para diminuir a violência principalmente fora do estádio, é fazer estudos estatísticos para saber onde há maior índice de crimes e de maior ocorrência, sendo feito assim maior policiamento e prevenção, diminuindo os incidentes atacando direto no foco do problema. Segundo os torcedores o policiamento não atende a demanda. Anselmo Duarte, torcedor do Atlético, percebo que tanto na ida, quanto na volta existe policiamento pequeno. Na opinião dele o que pode ser melhorado por parte da PM é ser mais ostensivo nas proximidades do Mineirão e os policiais mais bem preparados e treinados, para atuar quando precisar. Normalmente não leva sua família num jogo, ele prefere ir sozinho, se houver algum problema não há preocupação, eu penso só em me defender no caso, a minha defesa é correr e ir embora. Sua sugestão ao chefe de policiamento é tratar os pais com filhos pequenos de uma forma mais educada na abordagem, o maior policiamento feminino para poder ajudar as mulheres e o maior número de contingente mesmo. O motivo da falta de torcedor é quando a pessoa sai de casa, para assistir um jogo como lazer ou divertimento, mas ele tem certeza que não vai ter uma tranqüilidade, naquele local de lazer, então ele procura outra opção que ele sabe que vai chegar em casa com sua integridade física mantida.
Para Gilmar Rodrigues, torcedor do Atlético, em dias de jogos, em alguns lugares ficam sem policiais e outros lugares ficam cheios, assim não atendem a demanda. Para ele o que pode ser melhorado por parte da PM é distribuir melhor os policiais e não deixa todos juntos. Não sente tranqüilo em trazer sua família, por falta de segurança. Sua reclamação ao chefe de policiamento é distribuir os policiais nas portarias do Mineirão. Os motivos da falta de torcedor é a segurança precária, violência, freqüência de furtos e roubos na entrada do estádio.
José Herculano Batista funcionário da Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais (ADEMG), disse que a empresa não tem interferência no policiamento o qual é responsabilidade da Federação Mineira de Futebol que faz a solicitação do policiamento. Não há reclamação dos funcionários do estádio sobre ação da polícia. Ele afirma que a polícia trabalha de acordo. As reclamações dos torcedores são freqüentes, o torcedor reclama quando há assaltos e roubos de carros e não encontram nenhum policial por perto. As reclamações contra a ação da polícia vem apenas dos baderneiros, pois a ação da polícia é firme. Os baderneiros fazem tumulto e na mesma hora, a polícia controla a situação.
Milhares de jovens brasileiros já morreram por causa de torcidas. Por motivos simples. Os fatos dos torcedores estarem com as camisas de seus clubes, influenciam em brigas e tragédia. Hoje não podemos usar camisa de clubes em qualquer lugar pela falta de segurança dentro e fora do estádio. A polícia precisa reforçar mais o policiamento em dias de jogos nas grandes cidades brasileiras para conter a violência.




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# Reta final da Série A do Campeonato Brasileiro meche com coração dos torcedores

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

domingo, 1 de junho de 2008

Anos de Chumbo e a Mídia

Seqüelas, maus tratos, atos de tortura marcaram as vidas de pessoas que viveram no período chamado Ditadura. Muitas das vítimas da época já receberam indenizações, outras nem sequer os corpos de seus familiares desaparecidos durante os anos de chumbo. E a pergunta que fica é: como a mídia atuou, e em que ela colaborou para o desenrolar dos fatos do ano de 1968?

Não podemos falar sobre o papel desempenhado pela mídia em 1968 sem contextualizar as circunstâncias nas quais ela estava inserida. Então vamos lá, em 22 de novembro de 1968, foi criado o Conselho Superior de Censura. O principal objetivo era a infiltração de agentes do governo nos meios de comunicação, para descobrir e identificar possíveis notícias contrárias ao regime ditatorial instalado no país. Os funcionários do regime incumbidos desta tarefa agiam, amparados pelo Ato Institucional número cinco (AI – 5), um dispositivo que priva o cidadão do direito a liberdade de expressão.

A atuação da mídia durante os governos militares, mais especificamente a partir de maio de 1968 foi destaque na palestra com o tema “Mídia nos Anos de Chumbo” realizada pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, no dia 29 último. Participaram estudantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade, professores e o palestrante jornalista Lélio Fabiano dos Santos. O objetivo foi promover uma discussão sobre a imprensa brasileira no ano de 1968.

Segundo o jornalista Lélio Fabiano dos Santos a imprensa se comportava obedientemente durante a ditadura, se escrevesse algo contra o militarismo ditatorial o jornalista era preso. “A mídia não teve o papel de fazer o movimento acontecer”, diz Lélio Fabiano. Mas ressaltou que “a mídia na década 60 e 70 fez um bom trabalho”, apesar de ser fiscalizada de contínuo. Ele também destacou que os meios de comunicação de hoje tem a função de democratizar a informação.

Durante a palestra também foi comentada a prisão de Gilberto Gil e Caetano Veloso, presos no Rio de Janeiro no dia 22 de dezembro de 1968. Os dois foram acusados de tentativa de “quebra do direito e da ordem institucional”.

Para o estudante Leonardo Martins a faculdade acertou em trazer uma personalidade como o jornalista Lélio Fabiano dos Santos que é uma pessoa de destaque nestes assuntos, na opinião dele. Ele disse que valeu a pena pela questão do conhecimento adquirido na palestra.

A estudante Daiana Barbosa gostou da palestra. “O palestrante foi conciso ao abordar o tema em questão”, diz. As perguntas foram relevantes e os espectadores expressaram bem sua opinião o que provocou um debate de alto nível intelectual para quem estava assistindo a palestra, afirma a estudante.

O sonho de liberdade de expressão dos participantes do movimento de 1968 foi concretizado quando da promulgação da Constituição Federal de 1988. Na qual ficam resguardados também os direitos de “ir e vir”, a “liberdade de imprensa” entre outros na chamada Constituição Cidadã.

Leia mais:

Chamada Materia Anderson Albergaria De Moraes

http//www.quel202002.blogspot.com/

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sábado, 31 de maio de 2008

quinta-feira, 24 de abril de 2008

PEGN: mercado popular virtual.

Video classe C o aumento das compras pela internet classe C.