Seqüelas, maus tratos, atos de tortura marcaram as vidas de pessoas que viveram no período chamado Ditadura. Muitas das vítimas da época já receberam indenizações, outras nem sequer os corpos de seus familiares desaparecidos durante os anos de chumbo. E a pergunta que fica é: como a mídia atuou, e em que ela colaborou para o desenrolar dos fatos do ano de 1968?
Não podemos falar sobre o papel desempenhado pela mídia em 1968 sem contextualizar as circunstâncias nas quais ela estava inserida. Então vamos lá, em 22 de novembro de 1968, foi criado o Conselho Superior de Censura. O principal objetivo era a infiltração de agentes do governo nos meios de comunicação, para descobrir e identificar possíveis notícias contrárias ao regime ditatorial instalado no país. Os funcionários do regime incumbidos desta tarefa agiam, amparados pelo Ato Institucional número cinco (AI – 5), um dispositivo que priva o cidadão do direito a liberdade de expressão.
A atuação da mídia durante os governos militares, mais especificamente a partir de maio de 1968 foi destaque na palestra com o tema “Mídia nos Anos de Chumbo” realizada pela Faculdade Estácio de Sá de Belo Horizonte, no dia 29 último. Participaram estudantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade, professores e o palestrante jornalista Lélio Fabiano dos Santos. O objetivo foi promover uma discussão sobre a imprensa brasileira no ano de 1968.
Segundo o jornalista Lélio Fabiano dos Santos a imprensa se comportava obedientemente durante a ditadura, se escrevesse algo contra o militarismo ditatorial o jornalista era preso. “A mídia não teve o papel de fazer o movimento acontecer”, diz Lélio Fabiano. Mas ressaltou que “a mídia na década 60 e 70 fez um bom trabalho”, apesar de ser fiscalizada de contínuo. Ele também destacou que os meios de comunicação de hoje tem a função de democratizar a informação.
Durante a palestra também foi comentada a prisão de Gilberto Gil e Caetano Veloso, presos no Rio de Janeiro no dia 22 de dezembro de 1968. Os dois foram acusados de tentativa de “quebra do direito e da ordem institucional”.
Para o estudante Leonardo Martins a faculdade acertou em trazer uma personalidade como o jornalista Lélio Fabiano dos Santos que é uma pessoa de destaque nestes assuntos, na opinião dele. Ele disse que valeu a pena pela questão do conhecimento adquirido na palestra.
A estudante Daiana Barbosa gostou da palestra. “O palestrante foi conciso ao abordar o tema em questão”, diz. As perguntas foram relevantes e os espectadores expressaram bem sua opinião o que provocou um debate de alto nível intelectual para quem estava assistindo a palestra, afirma a estudante.
O sonho de liberdade de expressão dos participantes do movimento de 1968 foi concretizado quando da promulgação da Constituição Federal de 1988. Na qual ficam resguardados também os direitos de “ir e vir”, a “liberdade de imprensa” entre outros na chamada Constituição Cidadã.
Leia mais:
Chamada Materia Anderson Albergaria De Moraes
http//www.quel202002.blogspot.com/
http//www.luandajornalista.blogspot.com/
Voltar
domingo, 1 de junho de 2008
sábado, 31 de maio de 2008
quinta-feira, 24 de abril de 2008
quarta-feira, 23 de abril de 2008
CLASSE C EM DESTAQUE
Classe C ultrapassa D e E no Brasil
Cerca de 86 milhões de brasileiros aumentaram sua renda, o que possibilitou subirem de classe, da D e E para a C. Foi o que divulgou uma pesquisa chamada “O Observador Brasil 2008″ realizada pela financeira francesa Cetelem com o instituto de pesquisas Ipsos Public Affairs. A organização também informou que a renda média da classe C no último ano foi de R$ 1.062. Este valor permite a compra de alguns itens de consumo como, por exemplo: computadores, celulares e a casa própria.
A aposentada Maria Altair, de 62 anos, foi uma das pessoas que subiu da classe E para a C.
Ela disse que após trabalhar de empregada doméstica, serviço no qual precisava subir escadas e carregar muito peso teve que ser operada de varizes porque mal conseguia andar. Então Maria foi morar com a madrinha dela, e se viu vivendo em más condições de vida. Depois de mover um processo na justiça contra o Instituto Nacional de Seguridade Social-INSS ela aposentou por problemas de saúde. Com está aposentadoria a ex-empregada doméstica comprou a tão sonhada casa própria.
O consumo das famílias brasileiras representou mais de 60% do crescimento total da economia brasileira em 2007, por causa do aumento da renda per capita, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
O contador Sebastião dos Santos disse que na opinião dele sobre o atual momento da classe C é que ela está sendo aumentada pelas pessoas que estavam na classe “D” através da bolsa família e outros programas assistenciais.
De acordo com Sebastião a classe B está decrescendo também e esta passando para a classe “C”.Como a classe “C” é a maior parte da população brasileira, o presidente Lula tem sua popularidade em alta; pois esta classe é menos informada. Afirmar ele.
Para Sebastião o país não cresce, porque os impostos são os maiores do mundo, isto dificulta a distribuição de renda. “O governo quer fazer as coisas na marra com o programa bolsa família, salário desemprego; cotas de ensino, etc. Esta prática a longo prazo vai trazer danos; pois quem é que vai ficar pagando a conta desse assistencialismo e da grande corrupção deste governo”, diz.
O vigia Talma Tolentino Soares que vivia na cidade de Santana do Pirapama, interior de Minas Gerais, disse que depois de mudar para Sete Lagoas, sua vida melhorou. Arrumou emprego de vigia em um supermercado e com aumento da renda mensal ele pode oferecer melhores condições de vida para sua família.
Após vários planos econômicos entre eles o plano verão, do governo Sarney, e os planos Collor 1 e 2 do governo Fernando Collor de Melo, foi apresentada mais uma fórmula econômica para resolver os problemas de cambio financeiro e a inflação brasileiros. Foi criado então o plano real, durante o governo de Itamar Cautieiro Franco. A proposta era a de equiparar o valor da nossa moeda com o dólar, e a partir disto elevar o Índice de Desenvolvimento Humano-IDH. Após um ano de implantação do Real, já era visível que a população dos níveis D e E da sociedade apresentavam melhores condições de vida, de acordo com os índices divulgados pelo IBGE, na época. Com quase 14 anos de idade o Plano Real aliado aos programas sociais dos governos subseqüentes a sua implantação, pode ter contribuído para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.
Leia mais: O aumento da classe C no Brasil e a diminuição de outras classes
Classe C: vitaminada
http://http//www.quel202002.blogspot.com/
Voltar
Cerca de 86 milhões de brasileiros aumentaram sua renda, o que possibilitou subirem de classe, da D e E para a C. Foi o que divulgou uma pesquisa chamada “O Observador Brasil 2008″ realizada pela financeira francesa Cetelem com o instituto de pesquisas Ipsos Public Affairs. A organização também informou que a renda média da classe C no último ano foi de R$ 1.062. Este valor permite a compra de alguns itens de consumo como, por exemplo: computadores, celulares e a casa própria.
A aposentada Maria Altair, de 62 anos, foi uma das pessoas que subiu da classe E para a C.
Ela disse que após trabalhar de empregada doméstica, serviço no qual precisava subir escadas e carregar muito peso teve que ser operada de varizes porque mal conseguia andar. Então Maria foi morar com a madrinha dela, e se viu vivendo em más condições de vida. Depois de mover um processo na justiça contra o Instituto Nacional de Seguridade Social-INSS ela aposentou por problemas de saúde. Com está aposentadoria a ex-empregada doméstica comprou a tão sonhada casa própria.
O consumo das famílias brasileiras representou mais de 60% do crescimento total da economia brasileira em 2007, por causa do aumento da renda per capita, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
O contador Sebastião dos Santos disse que na opinião dele sobre o atual momento da classe C é que ela está sendo aumentada pelas pessoas que estavam na classe “D” através da bolsa família e outros programas assistenciais.
De acordo com Sebastião a classe B está decrescendo também e esta passando para a classe “C”.Como a classe “C” é a maior parte da população brasileira, o presidente Lula tem sua popularidade em alta; pois esta classe é menos informada. Afirmar ele.
Para Sebastião o país não cresce, porque os impostos são os maiores do mundo, isto dificulta a distribuição de renda. “O governo quer fazer as coisas na marra com o programa bolsa família, salário desemprego; cotas de ensino, etc. Esta prática a longo prazo vai trazer danos; pois quem é que vai ficar pagando a conta desse assistencialismo e da grande corrupção deste governo”, diz.
O vigia Talma Tolentino Soares que vivia na cidade de Santana do Pirapama, interior de Minas Gerais, disse que depois de mudar para Sete Lagoas, sua vida melhorou. Arrumou emprego de vigia em um supermercado e com aumento da renda mensal ele pode oferecer melhores condições de vida para sua família.
Após vários planos econômicos entre eles o plano verão, do governo Sarney, e os planos Collor 1 e 2 do governo Fernando Collor de Melo, foi apresentada mais uma fórmula econômica para resolver os problemas de cambio financeiro e a inflação brasileiros. Foi criado então o plano real, durante o governo de Itamar Cautieiro Franco. A proposta era a de equiparar o valor da nossa moeda com o dólar, e a partir disto elevar o Índice de Desenvolvimento Humano-IDH. Após um ano de implantação do Real, já era visível que a população dos níveis D e E da sociedade apresentavam melhores condições de vida, de acordo com os índices divulgados pelo IBGE, na época. Com quase 14 anos de idade o Plano Real aliado aos programas sociais dos governos subseqüentes a sua implantação, pode ter contribuído para a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.
Leia mais: O aumento da classe C no Brasil e a diminuição de outras classes
Classe C: vitaminada
http://http//www.quel202002.blogspot.com/
Voltar
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Assinar:
Postagens (Atom)





